Goiânia, terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Presidenta nacional da ABRH participa do Roda de Entrevista

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O Roda de Entrevista dessa terça-feira, 29 de janeiro, conversa com Leyla Nascimento, presidenta nacional da ABRH. O tema do debate é a gestão de pessoas, investimento que é hoje uma das grandes preocupações das melhores empresas e organizações no mundo inteiro. Participam do programa os jornalistas convidados: Janaina Gomes – Agência Criativa; Alex Atanázio - PUC TV GOIÁS; Aline Jajah – Consultora de Networking e Jerônimo Venâncio – TBC.

O programa vai ao ar às 22 horas com reprise no domingo, às 21 horas. O Roda de Entrevista é ancorado pelo jornalista Reynaldo Rocha e tem produção e coordenação de Norma Leitte e Ana Lucia Pereira.

Um comentário:

  1. Estou assistindo o programa. As perguntas e os entrevistadores estão bons. A Leyla fala muito bem, mas não passa do discurso habitual dos empresariado... e não poderia ser mais que isso mesmo.

    Eu fiz/faço exatamente tudo que ela afirma ser bom para o estudante universitário, pq é o que o mercado quer... mas tudo não passa de formas de subjugação, exploração de estagiários e recém-formados. Me foi muito útil tudo para atender ao mercado, mas não para ser feliz e tendo prazer (se realizando) no que faz. Ela afirma, por exemplo, que o estudante deve fazer uma pós-graduação apenas depois de uma experiência no mercado pq fará o que o mercado pedir aprofundamento e se não for assim, só vai amontoar diploma... ela desconsidera o conhecimento, a teoria, a práxis mesmo... na minha opinião, só repete um discurso falido e ridículo de servirmos ao capital indiscriminadamente. Qualidade de vida e desenvolvimento social é diferente de servir às empresas que só visão lucro, por mais que tenham desenhado lindas "missão, visão e valores", expostos em seus sites. Enfim, não gosto desse discurso dominante, onde tudo é inovação, tudo é produtividade, lucro, blablabla. E fiz questão de registrar aqui... e eu como jornalista puxaria para além do que ela gostaria de responder... o lado humano, psicológico, sociológico da coisa. A questão da padronização das pessoas para o mercado escolhê-las, que ela propõe. Os arguidores poderiam, então, ser mais variados enquanto perfil das perguntas.

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