Goiânia, quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Endividados

                  Foto: www.felizsemdividas.blogspot.com

Endividados

Quem nunca caiu nas armadilhas do “crédito fácil”? Achar que um empréstimo é um bom investimento, que o cartão de crédito é uma ótima opção para gastar e pagar contas, que o banco é seu amigo e por isso lhe deu cheque especial, cartão, financiamentos, empréstimos...
Bem, se você é um destes milhões de brasileiros e está totalmente endividado, usando o limite do cartão e o cheque especial para cobrir dívidas e despesas domésticas, tirando um empréstimo para quitar outro, se os juros estão multiplicando suas dívidas mês a mês, e seu nome já está no SPC e Serasa, você não pode perder o programa Sobre Todas As Coisas desta segunda-feira que vai ouvir os conselhos de especialistas que vão ensinar como renegociar suas dívidas.




Goiânia, sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Respeito às diferenças

                                                                        Imagem: papo-retopapo-serio.blogspot.com

Nesta segunda-feira, dia 24, feriado em comemoração ao aniversário de Goiânia, o programa Sobre Todas As Coisas reprisa o episódio Respeito às Diferenças. Participaram do debate, a psicóloga Beth Fernandes, representante da comunidade LGBTT, José Eduardo da Silva Batista, assessor de Políticas de Promoção da Igualdade Racial de Goiânia e o psicólogo Darlyton de Oliveira Barros, Gerente de Políticas da Diversidade da Semira.

“Somos muitos, mas somos únicos. Cada um de nós é diferente do outro e são as diferenças que possibilitam o nosso crescimento”.
Se não somos iguais e são as particularidades que nos dão essência, porque rotular esta ou aquela pessoa de feia, bonita, gorda, magra, negra, amarela, gay...? Se o outro é diferente de mim, por consequência, eu sou diferente dele também, o que dá a oportunidade para que ele não goste de certas ‘qualidades’ minhas.
Os pais têm direito de interferir na orientação sexual dos filhos? Qual a importância da família quando um filho assume a homossexualidade?
Questões sobre o respeito às diferenças, homofobia e preconceito racial serão o pano de fundo do Sobre Todas as Coisas.



Goiânia, sexta-feira, 14 de outubro de 2011

18 de outubro – Dia do Médico

                                                                     Imagem: www.acervosaber.com.br

Carlos Chagas, Vital Brazil, Oswaldo Cruz e Gaspar Viana. Esses cientistas projetaram o Brasil internacionalmente no ramo da medicina e até hoje o país vem se destacando. Desde os primeiros passos dados pelos sacerdotes, cujo ofício tinha uma estreita relação com a divindade, a medicina caminhou a passos largos e hoje conta com o auxílio de tecnologias antes inimagináveis para salvar vidas.

O Estado de Goiás segue esses avanços e se destaca em várias áreas como no atendimento a pacientes com câncer, tratamento para queimaduras, procedimentos de oftalmologia, reabilitação e readaptação de acidentados, entre outros.

No dia 18 de outubro se comemora o Dia do Médico em muitos países, inclusive no Brasil. Para falar sobre os avanços da Medicina em Goiás e render homenagens a esses importantes profissionais, o Sobre Todas As Coisas traz na próxima segunda-feira, 17, a partir das 20 horas, renomados especialistas da Medicina goiana. Não perca!

Goiânia, sexta-feira, 7 de outubro de 2011

"Politicamente correto"

                         Imagem: www.comercomsal.blogspot.com


Qual o termo apropriado para as pessoas com mais de 60 anos? Velho ou idoso? E como se referir a essa fase da vida: terceira, melhor ou suave idade? A mesma pergunta se estende à forma de tratar ou se referir a negros, homossexuais, deficientes, e por aí vai. Qual a linguagem adequada para tratar as diferenças? O movimento do politicamente correto prega que termos pejorativos devem ser banidos do vocabulário par evitar manifestações preconceituosas de gênero, idade, raça, orientação sexual, condição física e social.

Até as cantigas de roda ensinadas na infância e propagadas de geração em geração são condenadas pelo movimento e sofrem uma “adaptação”. Já não se canta ‘Atirei o pau no gato’, pois incita maus tratos aos animais, assim como a conhecida cantiga ‘O Cravo brigou com a Rosa’ que, na visão dos defensores do politicamente correto, estimula a violência entre gêneros.

Até que ponto é preciso suavizar ou camuflar termos para se viver em sociedade? O preconceito não estaria nas pessoas e atitudes ao invés de estar nas palavras? Os termos adotados não são uma forma de mascarar a realidade e cercear a liberdade de expressão? Não existe um meio termo ou o próprio bom senso para não agredirmos o próximo gratuitamente por palavras?

O tema é bastante polêmico e deve gerar uma boa discussão no Sobre Todas as Coisas da próxima segunda-feira, 10. Participe!